

carta do CEO 16
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Por que sua planta industrial precisa de Physical AI?
Uma análise do cenário atual do mercado de trabalho
Uma conversa franca com Rafael Galasso, CEO da TEG Monitor
Caro gestor,
Quero ser direto com você nesta carta.
Nos últimos meses, visitei dezenas de plantas industriais pelo Brasil e por Portugal. E em quase todas elas, ouvi a mesma coisa — com palavras diferentes, mas a mesma essência:
"A gente instalou IoT. Tem dashboard. Tem sensor. Mas os equipamentos continuaram parando."
Isso me incomoda profundamente. Não porque é um fracasso de tecnologia — mas porque é um fracasso de promessa. Alguém vendeu "manutenção preditiva" e entregou "alerta automático". E a diferença entre os dois, na prática, é enorme.
Deixa eu te contar o que eu observo no campo.
Quando um sensor comum detecta vibração acima de um limite fixo, ele dispara um alerta. Mas ele não sabe se aquela vibração é desgaste real, mudança de regime de carga ou variação de temperatura ambiente. O resultado é ruído. Muitos alertas, pouca precisão — e com o tempo, a equipe aprende a ignorar o painel. Até o dia em que o alerta que ninguém levou a sério era o alerta real.
Isso tem um nome dentro da TEG Monitor: era do sensor burro. E nós decidimos, há alguns anos, que não queríamos fazer parte dela.
O que estamos construindo é diferente. Com Physical AI e Large World Models, nossa tecnologia não lê número — ela entende física. Quando o ConnecTEG coleta um dado de vibração de um motor específico, ele submete aquele dado a uma simulação do comportamento real daquele ativo, naquele regime de carga, com aquele histórico. O resultado não é "vibração alta". É: "folga mecânica no mancal dianteiro. Falha estimada em 14 dias. Intervenha até sexta."
Diagnóstico. Causa. Prazo.
Há algo que também quero mencionar, porque raramente aparece nas conversas de manutenção: o custo silencioso. Um motor desalinhado consome entre 5% e 15% mais energia para fazer o mesmo trabalho. Ele não está "prestes a quebrar" — ele está, agora, desperdiçando dinheiro em forma de calor, todo mês, sem que apareça assim na fatura.
Nossa Physical AI monitora isso também. Não esperamos a falha — identificamos o desvio de performance antes que ele vire problema.
Se você leu até aqui, provavelmente reconheceu algo da sua operação nessas palavras. Minha pergunta para você é simples:
Quantos alertas do seu sistema de monitoramento sua equipe ignora por semana?
Se a resposta não for "nenhum", vale uma conversa.
Estamos no Brasil inteiro e em Portugal. E a promessa que fazemos desde 2015 continua a mesma: a complexidade fica do nosso lado. Você recebe resultado.
Com respeito e propósito,
Rafael Galasso
CEO — TEG Monitor



